STJ reabre praça de pedágio de Jacarezinho

Nova decisão reabre a praça de pedágio em Jacarezinho .O ministro João Otávio de Noronha, do Superior Tribunal de Justiça (STJ) é quem suspendeu a liminar que abria as cancelas e determinava a desinstalação da praça de pedágio em Jacarezinho (Norte Pioneiro). A decisão também invalida a ordem de redução de 26,75% nas tarifas cobradas nas demais praças administradas pela Econorte investigada na Lava Jato sob suspeita de irregularidades em aditivos firmados com o Departamento de Estradas de Rodagem do Paraná (DER/PR). Entre as irregularidades apontadas pelo MPF estão aditivos que reajustaram o valor das tarifas e excluíram obras nas rodovias administradas pela empresa. Em novembro, a 1.ª Vara Federal de Jacarezinho determinou a suspensão das atividades da concessionária, decisão ratificada 1.ª Vara Federal de Curitiba em dezembro.

A Polícia Civil do Paraná desarticula hoje um esquema de corrupção, que gerou um prejuízo superior a R$1 milhão ao Estado. A organização criminosa era comandada por uma servidora pública, de 55 anos, responsável pela Secretaria da Diretoria Clínica do Hospital Universitário de Londrina. As investigações tiveram início no mês de outubro de 2017, após denúncias do Tribunal de Contas do Estado do Paraná (TCE). Entretanto, a servidora faleceu no mesmo mês, antes de prestar esclarecimentos sobre o esquema. A mulher era suspeita de fraudar processos de licitação para a contratação de serviços médicos por meio de empresas terceirizadas – gerando assim, pagamentos indevidos. A servidora copiava o Registro Demonstrativo de Frequência de Trabalho de um médico contratado por uma empresa lícita e lançava junto no processo de pagamento de uma empresa que era de propriedade do companheiro de um de seus filhos, um homem de 26 anos, envolvido no esquema. Ou seja, o mesmo trabalho era lançado duas vezes, o verdadeiro e o fraudulento.

Em outra operação são cumpridos mandados de prisão contra  integrantes de duas quadrilhas diferentes, suspeitas de aplicar o golpe da “falsa venda” de imóveis no Litoral do Estado. Em uma das quadrilhas os  suspeitos utilizavam documentos falsos para ludibriar as vítimas e consumar as vendas e tinham apoia de uma escrivã de um cartório de Mandirituba, na Região Metropolitana de Curitiba. Na outra quadrilha o gripo usava documentos falsos para vender terrenos e até uma fazenda utilizando documentos falsos em Matinhos, Litoral do Estado.

 

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