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Greve: Servidores estaduais acampam em frente às portas da sede do governo

O pagamento da data-base de 4,94% que os servidores estaduais pedem ao governo do Paraná, não entrou na pauta da última sessão ordinária do primeiro semestre da Assembleia Legislativa, realizada nesta quarta-feira. O assunto ficou para ser tratado pelos deputados em agosto, na volta do recesso parlamentar. Muitos trabalhadores ocuparam as galerias do prédio e em algumas vezes se manifestaram em relação aos comentários de alguns parlamentares, mas a reunião transcorreu com tranquilidade.

Ao fim da sessão, os servidores deixaram a Assembleia e armaram barracas em frente às portas do Palácio Iguaçu, sede do governo paranaense. Eles prometem ficar no local até que o Executivo apresente uma nova proposta, como afirma Walkiria Olegario Mazetto, diretora da APP- Sindicato.

No início da semana, o governo indicou a possibilidade de pagar 2% de reposição em janeiro de 2020. Os sindicatos, no entanto, querem o índice aplicado já no salário em outubro. De acordo com o governo este ajuste para outubro, iria gerar uma despesa extra de cerca de 500 milhões de reais com a folha em 2019. O líder do governo na Assembleia, deputado Hussein Bakri, afirmou que na conjuntura atual não tem como o governo do Estado avançar além do índice de 2%.

Além do pagamento da data-base o líder da oposição no Legislativo Paranaense, deputado Tadeu Veneri, disse que os servidores também colocaram na pauta a preocupação com as consequências pós-greve, como demissão dos profissionais temporários da Educação.

Mesmo entrando em recesso parlamentar nesta quarta-feira, os deputados da situação e da oposição que apoiam a greve, fizeram um compromisso público com os sindicatos, em conversar com o governador Ratinho Junior nesta quinta-feira e encontrar um possível acordo entre o governo e os servidores que estão em greve há 16 dias.

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