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Secretaria de Saúde promove ações em todo o Paraná para falar de tratamento e prevenção às hepatites virais

Para a Saúde, o mês de julho tem uma cor: amarelo. Neste mês é feito um trabalho de conscientização sobre as hepatites virais. No Paraná, em todas as cidades estão sendo realizadas campanhas com palestras, teste rápido para diagnóstico em postos de saúde. A hepatite viral é uma doença infecciosa que se aloja especialmente no fígado, causada por vírus e é divida em alguns tipos. A chefe da Divisão de Vigilância das Infecções Sexualmente Transmissíveis da Secretaria de Estado da Saúde, Mara Carmen Franzoloso explica as formas de transmissão.

Ainda que silenciosa, a hepatite pode apresentar sintomas como: mal-estar, fraqueza, dor de cabeça, febre baixa, falta de apetite, cansaço, dor abdominal na região do fígado, olhos e pele amarelados, entre outros.
O diagnóstico da doença é feito através de teste rápido ou sorologia. Atualmente, o Sistema Único de Saúde oferece esses testes para diagnóstico e tratamento adequado para as hepatites B e C.
No Paraná a taxa de detecção de hepatite B teve uma redução de 10%, de 2010 a 2018. Nesse mesmo período a taxa de detecção para hepatite C se manteve estável com 9,4/100 mil habitantes. A chefe da Divisão de Vigilância das Infecções Sexualmente Transmissíveis, Mara Carmen Franzoloso, reforça as estratégias de prevenção. Uma delas é a vacina, mesmo na fase adulta.

O Brasil participou de um documento firmado em 2016 pela Organização Mundial da Saúde com vários países, que buscam atingir a meta de eliminação das hepatites virais como um problema de saúde pública até 2030, reduzindo os novos casos em 90% e em 65% as mortes causadas por elas.

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