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Alvaro Dias lança eixo de sua campanha para presidente: refundar a República em 100 dias

29/12/17 08:12

Pré-candidato a presidente pelo Podemos (antigo PTN), o senador paranaense Alvaro Dias reluta em se definir politicamente. Diz que no Brasil há muita “esquizofrenia” nas discussões entre esquerda e direita. Mas, depois de alguns rodeios, dá uma resposta titubeante: “Talvez eu seja de centro”. Trata-se da posição moderada no espectro político. Mas, para chegar ao Planalto, ele pretende apresentar ao país um projeto que pode ser considerado radical: “refundar a República”. Em apenas 100 dias. “Ou você faz no início [do governo], quando está com credibilidade plena, ou não faz mais.”
Alvaro explica a “pressa”. Sua proposta mexe profundamente com privilégios e interesses políticos e corporativos que vão unir suas forças para barrar as mudanças no Congresso. E só não farão isso se o presidente eleito tiver o apoio das ruas.

Em tempo: para o senador, “refundar a República” é reduzir profundamente o tamanho do Estado, cortar ministérios, cargos comissionados, privatizar quase todas as estatais. E também tesourar privilégios de juízes e diminuir o tamanho do Senado em um terço e o da Câmara pouco mais do que isso. E também diminuir o número de partidos.

Se alguém viu nessas propostas apenas o “lado de direita” de Alvaro, ele apresenta sua face “de esquerda”, que no fim o leva para o centro: se eleito, pretende aprovar uma reforma tributária baseada num “imposto quase único”, uma espécie de CPMF sobre movimentações financeiras, que permita que sobre mais dinheiro no bolso da população de menor renda.

Em entrevista à Gazeta do Povo, Alvaro detalha seu plano para “refundar a República”, entre uma e outra alfinetada nos adversários. Também rebate as críticas sobre sua trajetória política, que inclui sete trocas de partidos. Equilibra-se sobre as incoerências de seu partido. Posiciona-se sobre temas polêmicos: casamento homoafetivo, aborto, descriminalização das drogas, ideologia de gênero, ensino religioso nas escolas, porte de armas. E também dá pistas de qual será sua estratégia de campanha: conquistar o eleitorado do Sul e do Centro-Oeste para poder chegar ao segundo turno.

Por: João Luiz Garcia (Tiguera)
Fonte: Gazeta do Povo
Foto: Gazeta do Povo



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