Ao vivo

com

até as

a seguir:

Amanhecer no Sertão

05:00 até as 06:00

Notícias

Novo reajuste do magistério preocupa prefeitos do Sudoeste

10/01/18 16:01

Quase todos os municípios do Sudoeste estão cumprindo o chamado piso salarial do magistério – a remuneração paga a professores da educação básica. Levantamento feito nesta semana pela Amsop (Associação dos Municípios do Sudoeste do Paraná) mostra que das 42 prefeituras da região, 97% obedecem à lei do piso e todas irão conceder algum tipo de reajuste nos salários dos professores.

O piso do magistério é uma exigência do governo federal e neste ano terá um aumento de 6,8%, passando de R$ 2.298,80 para R$ 2.455,58. O reajuste, que representa mais que o dobro da inflação, preocupa prefeitos da região, como Raul Isotton, de Dois Vizinhos, onde quase 300 professores terão direito ao ajuste salarial.

“Investir em salário também é investir em educação, por isso concedemos este reajuste a professores em todos os níveis da carreira. Estes aumentos muito acima da inflação, porém, criam algumas distorções e dificuldades, porque de algum lugar este dinheiro precisa sair”, explica Isotton. “Por isso é necessário pensar novos mecanismos a médio prazo, como o aumento de receitas, para adequar esta elevação nas despesas e equilibrar as contas”, avalia.


Um exemplo da preocupação do prefeito de Dois Vizinhos é a constatação de que o governo federal está obrigando os municípios a aumentar os salários dos professores sem repassar o mesmo reajuste ao Fundeb, de onde saem os recursos para custear a educação básica.

Somente nos últimos nove anos o piso nacional passou de R$ 950 para mais de R$ 2,4 mil – um crescimento de 142%. No entanto, os recursos do Fundeb repassados pela União às prefeituras no mesmo período cresceram 123%, uma defasagem de mais de 18 pontos percentuais.

Dificuldade para os municípios

Segundo o presidente da Amsop, Moacir Fiamoncini, essa divergência entre o que as prefeituras recebem e o que precisam pagar está criando uma situação que a longo prazo pode se tornar insustentável para algumas gestões.

“A nossa recomendação enquanto Amsop é de que os prefeitos cumpram com o piso e não paguem salários abaixo deste valor [R$ 2.455] a nenhum professor, mas é preciso encontrar formas de amenizar este impacto no restante das finanças de cada município, já que muitos enfrentam uma situação muito complicada, principalmente atingindo o limite prudencial de gastos com pessoal”, orienta Moacir.

Sobre o piso

O piso nacional é pago a todos os professores e válido para uma jornada de 40 horas semanais. Neste ano, o aumento definido pelo governo federal e que deve ser cumprido pelas prefeituras será de 6,81%, mais que o dobro da inflação – que fechou 2017 em 2,95% pelo IPCA.

Por: João Luiz Garcia (Tiguera)
Fonte: RBJ/Evandro Artuzzi
Foto: Divulgação




› Voltar

› Veja todas as noticias

PARCEIROS

PREVISÃO DO TEMPO

PROGRAMAÇÃO DO DIA

  • › 05:00 às 06:00 - Amanhecer no Sertão
  • › 06:00 às 06:05 - Oração da Manhã
  • › 06:05 às 06:50 - Amanhecer no Sertão
  • › 06:50 às 07:00 - O Homem e a Terra
  • › 07:00 às 07:30 - RVP Notícias 1a Edição
  • › 07:30 às 10:00 - Bom Dia Cidade
  • › 10:00 às 11:50 - Alma da Terra
  • › 11:50 às 12:00 - A Voz da Esperança
  • › 12:00 às 12:05 - Prefeitura Municipal de Coronel Vivida
  • › 12:05 às 12:30 - RVP Notícias 2a Edição
  • › 12:30 às 13:00 - Destaques Esportivos
  • › 13:00 às 15:00 - Sementes de Nossa Terra
  • › 15:00 às 15:30 - A Hora da Misericórdia
  • › 15:30 às 17:00 - Show da Tarde
  • › 17:00 às 19:00 - Entardecer Musical
  • › 19:00 às 20:00 - A Voz do Brasil
  • › 20:00 às 22:00 - Amigos pela Fé
  • › 22:00 às 23:00 - Experiência de Deus
  • › Veja toda a nossa programação