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Mais um? Empresário diz ter pago R$ 5 milhões em propina para Álvaro; “Armação descabida”, rebate senador

12/03/18 09:03

Reportagem da revista Veja deste final de semana aponta que a Polícia Federal investiga as suspeitas de que o senador e pré-candidato à Presidência da República, Alvaro Dias (Podemos) teria pedido R$ 5 milhões para “enterrar” a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Senado que apurava denúncias contra o bicheiro Carlos Cachoeira.

Segundo a revista, no começo de 2015, Luis Eduardo da Rocha Soares, então diretor do Departamento de Operações Estruturadas da Odebrecht, encaminhou a um interlocutor um e-mail que recebeu de Samir Assad três anos antes para que ele procurasse maiores informações sobre o que estava narrado.

O e-mail tinha como assunto “CPMI – Cachoeira”. Nele, Assad informa que a empreiteira Andrade Gutierrez pagou 30 milhões a parlamentares para “cortar” o assunto, ou seja: parar com as investigações da CPMI.

Nesta mesma mensagem, Samir informa que o Grupo UTC também contribuiu com recursos para a mesma finalidade. E explica que esses recursos eram insuficientes para que tivessem êxito na obstrução das investigações, porque o senador Álvaro Dias tinha pedido mais 5 milhões de reais.

A mensagem incluiria uma planilha de controle com o codinome “Alicate”, identificado como sendo o senador.

Outro lado

Em nota, Alvaro rebateu as suspeitas. Segundo ele, as acusações seriam uma armação política:

“É uma armação descabida porque, para quem acompanhou o meu desempenho nessa CPI, isso soa como uma vingança. Porque na verdade fui eu que criei os problemas todos, encaminhei para a PF, inclusive, um relatório bastante robusto mostrando os caminhos das pedras, de onde saiu o dinheiro, para onde ia, as empresas laranjas, que eram criadas inclusive por esse cidadão, que não me lembro de ter visto. Teve uma matéria da Veja anterior à CPI em que interpelei judicialmente o (empresário Fernando) Cavendish (ex-dono da Delta Construções) porque ele disse de forma totalmente irresponsável que ele comprava senadores e eu pedi que ele dissesse quem eram os senadores.”

Por: João Luiz Garcia (Tiguera)
Fonte: Revista Veja
Foto: Agencia Senado



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