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Cresce a demanda por linhas de crédito para investimento no campo.

09/05/18 11:05

A demanda por linhas de crédito para investimento, especialmente a compra de máquinas e implementos agrícolas, vem ganhando força. Com o produtor capitalizado, os bancos têm ampliado as vantagens para obtenção de financiamento no agronegócio.
“Nos últimos três anos, a participação do crédito para investimento vem aumentando à medida que as incertezas recuam. Os bancos estão respondendo a esse movimento com mais alternativas para atrair o produtor”, avalia o gerente de crédito direcionado do Banco Cooperativo Sicredi, Silas Souza. “Este ano, a contratação de crédito de investimento vai ser melhor do que em 2017 e, para 2019, vai ser ainda melhor”, complementa.
Segundo dados do Ministério da Agricultura, no acumulado da safra 2017/2018 até março, os médios e grandes produtores rurais contrataram R$ 101,9 bilhões em crédito. Deste total, R$ 21,4 bilhões foram liberados para investimento, acréscimo de 25,9% ante o mesmo período da temporada passada.
Esse crescimento ocorre devido à capitalização do produtor, em um cenário de preços das commodities em alta e outros componentes favoráveis, como juros baixos, expectativa de safra recorde de soja.
Segundo o gerente executivo de agronegócios do Banco do Brasil, Antônio Banhara, desde janeiro deste ano a liberação de crédito de investimento pela instituição quase dobrou em relação ao mesmo período de 2017. “Esses investimentos são de longo prazo e o produtor só faz isso quando sente que tem uma tranquilidade para pagar lá na frente.” O banco é o principal operador de linhas de crédito rural do País.
No primeiro dia da Agrishow, maior feira de agronegócio da América Latina, o Banco do Brasil recebeu pedidos no valor de R$ 539 milhões, recorde para a abertura da feira. Até a última quinta-feira (03), o banco liberou R$ 1,4 bilhão no evento.
Para chegar a estes números, o banco promoveu uma série de eventos anteriores à mostra para apresentar as condições de financiamento aos produtores, que incluem a chamada taxa flat zero. A tarifa é paga pelas revendas aos bancos para o financiamento de máquinas e implementos. “A isenção abre a possibilidade de as revendas negociarem melhores condições para os produtores, já que deixam de pagar esses valores ao banco. Isso significa que a máquina pode sair 3% mais barata para o produtor.” O Banco do Brasil também ampliou o limite de crédito para linhas de investimento e flexibilizou garantias para concessão de crédito.
O Santander também apostou na taxa flat zero e em duas linhas de crédito próprias e específicas para o agronegócio. Nesta safra, o banco liberou R$ 14 bilhões até março em crédito rural e aposta em crescimento na casa de dois dígitos até o final do ano, segundo o gerente executivo do Santander, Paulo Cesar Bertolane.
Nos bancos de fábrica, a estratégia para garantir a preferência do produtor tem como principal foco a agilidade. “Conseguimos liberar os recursos em até 30% menos tempo”, diz o superintendente comercial do DLL, José Luís Campos. A empresa está por trás de 18 bancos de fábrica do agronegócio, que concedem crédito para a venda de maquinário. Em 2017, a DLL movimentou R$ 2 bilhões em liberação de crédito e, para este ano, deve crescer 30%, acompanhando a média dos últimos anos.
Segundo semestre
Na visão de Campos, entretanto, os produtores ainda esperam por taxas de juros mais baixas no Plano Safra e devem concentrar as compras no próximo ciclo. “Como tudo indica que isso vá acontecer, o produtor tende a esperar. Por isso, nossa expectativa é que [a demanda por crédito] no segundo semestre será mais forte.”
Para Souza, do Sicredi, como não há informações sobre o volume de recurso no novo Plano Safra, os produtores precisam avaliar a melhor estratégia para decidir pela tomada de crédito. “Para o pequeno e médio produtor, o momento para investir é a qualquer tempo, pois o panorama de taxas e custos tende a não mudar muito. Por outro lado, para aqueles que podem, recomendamos aguardar.”
O Sicredi tem R$ 100 milhões em crédito pré-aprovado para liberar na Agrishow e teve R$ 18,8 milhões em propostas protocoladas apenas no primeiro dia da mostra.
Para Banhara, porém, não há motivos para esperar a nova taxa. “Pode até vir um juro mais baixo, mas nós não sabemos de quanto, e com certeza as máquinas estarão mais caras.”
Fonte: Portal do Agronegócio.
Por Valdenir Lima




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