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Marun diz acreditar que Petrobras vai reavaliar política de preço

04/06/18 08:06

O ministro-chefe da Secretaria de Governo, Carlos Marun, afirmou acreditar que a Petrobras vai reavaliar a política de preços dos combustíveis. “Eu entendo… Eu, Marun, que entendo muito pouco de economia… que a Petrobras vai reavaliar (a política de preços). Porque a Petrobras existe no Brasil. Ela vende no Brasil. Ela explora petróleo no Brasil, pode até ter essas invenções de Pasadena… Mas o Brasil é o grande mercado e é a essência da existência da Petrobras”, disse o ministro, durante entrevista ao programa Canal Livre, da Band, na madrugada desta segunda-feira, 4. “Não adianta a Petrobras dizer que eu sou uma grande empresa eficiente, só que eu não sirvo para o meu consumidor”, acrescentou.

Marun, no entanto, foi evasivo ao responder o que a estatal deverá de fato fazer em relação ao assunto. “É absurdo um governo exigir, como exigiu no governo Dilma, que a Petrobras tenha prejuízo numa política eleitoreira”, disse. Ao mesmo tempo, acredita o ministro, “a Petrobras pode assumir alguns riscos” – atitude que considera ser “a essência do capitalismo”

Depois de ser intensamente questionado pelos entrevistadores sobre a política de preços, Marun disse que o “governo não vai interferir” na estatal. Em outro momento, porém, afirmou que a política de reajustes diários dos preços dos combustíveis não é “compatível com o mercado brasileiro”.

Questionado sobre o motivo da saída de Pedro Parente do comando na estatal, na sexta-feira, 1, apesar de o governo garantir que a política de preços será mantida, Marun desconversou e negou que o governo tivesse sido pressionado por agentes políticos para retirar o executivo do cargo. Em outro momento da entrevista, o ministro afirmou que não entende do mercado de combustíveis, o que o impediria de se aprofundar no tema.

Questionado se o governo não foi incoerente ao aprovar a política de preços da Petrobras e, para encerrar a greve, ter reduzido e congelado o valor do diesel por 60 dias, Marun disse que a mudança de cenário exigiu uma nova postura. “A elevação de dólar e petróleo fez com que a política se tornasse incompatível ao Brasil”, disse. Marun ainda afirmou que “combustível não é chocolate, que um dia você come um e no outro come outro”, em referência à ausência de alternativas por parte do consumidor.

Caminhoneiros

O ministro disse não acreditar em novas paralisações dos caminhoneiros, diante do fato de que boa parte das reivindicações da categoria foi atendida. “As informações que nós temos é de que existem alguns líderes que estão tentando fazer com que o movimento volte com intensidade. Nossa avaliação é de que isso não vai acontecer”, disse, em referência às manifestações convocadas para esta segunda-feira, 4, em Brasília

Meirelles não tem voto

Marun ainda reagiu com ironia à tentativa do ex-ministro da Fazenda e pré-candidato à Presidência Henrique Meirelles (MDB) de se distanciar da gestão Michel Temer. “Vejo gente preocupada em perder voto por estar do lado do governo. Mas que voto? Quantos votos tem o Meirelles?”, questionou Marun. Na pesquisa CNT/MDA de maio, o ex-ministro tem entre 0,3% e 1,4% das intenções de voto, dependendo do cenário.

Em entrevista ao Broadcast Político no sábado, Meirelles disse não querer ser visto como o representante da gestão Temer nas eleições. “Estou tirando o rótulo. Por exemplo, não sou o candidato do mercado, não sou o candidato do governo, não sou o candidato de Brasília.”

Em resposta, Marun disse ainda que Meirelles e todos os demais presidenciáveis identificados com o “centro” político deveriam retirar suas candidaturas e discutir um projeto comum, para então escolher um candidato. “É a única possibilidade de vitória (do centro)”, disse o ministro, que teme uma eleição disputada entre o que chamou de extremos – Jair Bolsonaro (PSL) pela direita e o candidato petista pela esquerda. “No centro, que é o bom senso, ninguém tem voto. Essas candidaturas não vão a lugar nenhum.”

Marun foi além e disse que todos os atuais postulantes à Presidência são “ruins”. “Não são pessoas ruins, hoje são candidatos ruins.” A “única coisa boa” do atual processo eleitoral, segundo ele, é a expectativa de que os líderes da pesquisa – Lula, Bolsonaro e Marina Silva (Rede) – “vão perder”. “Sobra o centro, que não se organiza.”

Durante a entrevista ao Canal Livre, Marun ainda fez sua habitual defesa enfática do governo Temer. Para ele, a gestão do emedebista é “o melhor governo da história por hora de mandato”, mas que não consegue obter popularidade por causa de uma “conspiração asquerosa” que une setores da imprensa e do Judiciário.


Por: João Luiz Garcia (Tiguera)
Fonte: Estadão
Foto: Reprodução



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