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Conheça os principais desafios do campo para o futuro governador.

15/10/18 13:10

Eleito no dia 7 de outubro ainda em primeiro turno com quase 60% dos votos válidos, Carlos Ratinho Massa assume a cadeira de governador do Paraná pelos próximos quatro anos com uma lista de demandas de vários setores para impulsionar o desenvolvimento do Estado. Parte envolve ações e projetos voltados especificamente para o agronegócio, o principal motor da economia estadual. Apesar de a posse ocorrer apenas no dia 1º de janeiro, os próximos meses, que envolvem a transição do atual para o futuro governo, serão de continuidade de trabalhos já em andamento e/ou mesmo dar início a novas estratégias.
Uma prévia do peso do campo na gestão de Massa está no plano de governo, com 188 páginas. O documento traz um capítulo voltado para o agronegócio, com propostas como a desburocratização do setor, definição de recursos para melhorar a logística e infraestrutura, intensificação da regularização de propriedades rurais, priorização de ações para promover adequadamente o manejo do solo e água, acelerar a abertura de empresas fomentando a geração de empregos, entre outros (veja alguns tópicos na página 9). Inclusive, essas e outras ações foram apresentadas pelo próprio governador eleito a mais de 200 lideranças rurais, entre produtores, presidentes e representantes de sindicatos de todas as regiões do Estado, durante o Encontro de Lideranças Sindicais, promovido pela FAEP no dia 13 de agosto.
Na ocasião, o então candidato enfatizou a necessidade de o poder público não atrapalhar o setor produtivo para que o Estado alcance o seu potencial. E citou como exemplo o fato de “hoje para abrir uma granja de frango tem uma dificuldade enorme do IAP [Instituto Ambiental do Paraná]. Não é possível o empresário esperar dois anos por uma licença ambiental para um posto de gasolina (…) ele não vai ficar com o dinheiro no bolso esperando, vai investir em outro Estado ou outro país”, destacou no evento. “Temos que acelerar esse processo. Não significa que vamos dar licença ambiental para todo mundo. Mas a resposta do sim ou do não tem que ser dada mais rapidamente para que o empresário possa planejar seus investimentos”, complementou.
Fonte FAEP
Por Valdenir Lima




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