Ao vivo

RVP Notícias 1ª Edição

com

07:00 até as 07:30

a seguir:

Bom Dia Cidade

com Reinaldo Claudino

07:30 até as 10:00

Notícias

Ninguém está pensando em intervenção militar ou autoritarismo, diz general Heleno

06/11/18 08:11

Indicado como ministro da Defesa do governo do presidente eleito Jair Bolsonaro, o general Augusto Heleno afirmou que o fato de muitos militares terem indicação para postos do Executivo é uma questão de coerência. “Não tem nada a ver com governo militar. Ninguém está pensando em intervenção militar, em autoritarismo, nada disso. É um aproveitamento de gente que o País não estava acostumado a aproveitar.”

Heleno, que participa de reuniões com integrantes do governo de transição no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), em Brasília, considerou natural a demora para a escolha de nomes para a equipe do próximo governo e afirmou que a estratégia de apresentar a indicação a conta-gotas é boa. “Há muitos candidatos. Todos apresentam credenciais significativas. A escolha é difícil e precisa ser pensada”, disse. “Não há essa urgência. Existe essa urgência para vocês (jornalistas), que estão atrás de notícias. É uma questão de ter na cabeça. E até do ponto de vista de mídia é bom que ele vá soltando aos poucos ”



Heleno afirmou não ter conversado ainda com o juiz Sérgio Moro, indicado para ocupar um super ministério da Justiça. “Fiz uma ligação telefônica rápida. Mas a escolha foi um gol de bicicleta do meio do campo que o presidente fez.”

O general não quis comentar o adiamento da visita do governo do Egito ao Brasil. A decisão da suspensão da visita é associada às declarações feitas pelo presidente eleito pró-Israel. “Não vou tecer considerações sobre esse problema que aconteceu. Não sou nem primeiro-ministro nem ministro das relações exteriores. Vai ter gente mais tarde que vai entrar nessa seara. Numa campanha, é diferente. Agora não. Cada macaco no seu galho. O ministro das relações exteriores vai tecer considerações e levar ao presidente”, disse, na tarde desta segunda.

O governo egípcio atribuiu o adiamento a compromissos de autoridades do país. Nos bastidores, no entanto, a informação é de que a verdadeira causa a mudança de planos foi a decisão anunciada por Bolsonaro de mudar a embaixada do Brasil em Israel de Tel-Aviv para Jerusalém.

Heleno afirmou que o trabalho humanitário para acolher venezuelanos tem total apoio da equipe, é um trabalho difícil e uma preocupação. “Não tem como negar esse apoio. É um problema humanitário.”

Por: João Luiz Garcia (Tiguera)
Font: Estadão
Foto: Agencia Brasil



› Voltar

› Veja todas as noticias

PARCEIROS

PREVISÃO DO TEMPO

PROGRAMAÇÃO DO DIA

  • › 05:00 às 06:00 - Amanhecer no Sertão
  • › 06:00 às 06:05 - Oração da Manhã
  • › 06:05 às 06:50 - Amanhecer no Sertão
  • › 06:50 às 07:00 - O Homem e a Terra
  • › 07:00 às 07:30 - RVP Notícias 1ª Edição
  • › 07:30 às 10:00 - Bom Dia Cidade
  • › 10:00 às 11:50 - Alma da Terra
  • › 11:50 às 12:00 - A Voz da Esperança
  • › 12:00 às 12:05 - Prefeitura Municipal de Coronel Vivida
  • › 12:05 às 12:30 - RVP Notícias 2ª Edição
  • › 13:00 às 15:00 - Sementes da Nossa Terra
  • › 15:00 às 15:30 - A Hora da Misericórdia
  • › 15:30 às 17:00 - Show da Tarde
  • › 17:00 às 19:00 - Entardecer Musical
  • › 19:00 às 20:00 - A Voz do Brasil
  • › 20:00 às 22:00 - Raízes Sertanejas
  • › 22:00 às 23:00 - Experiência de Deus
  • › Veja toda a nossa programação