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Igreja deve valorizar e utilizar meios de comunicação para evangelização.

23/11/16 11:11

“Sem comunicação não tem Igreja”. Essa foi a definição do Doutor em Ciências da Comunicação, Elson Faxina, sobre a importância das comunicações no âmbito da Igreja, durante encontro de formação realizado pela Diocese de Palmas/Francisco Beltrão na última semana.
Conforme ele, a Igreja Católica realiza uma série de trabalhos em todo o país, mas com pouca publicidade. “Essa igreja precisa mostrar as muitas coisas boas que faz, nas periferias, junto às famílias, aos jovens, para que com isso as pessoas entendam que essa igreja é a expressão de Deus”, aponta.
O foco do encontro foi um estudo do Diretório Nacional da Comunicação, elaborado pela CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil), que contou com a colaboração de Faxina.
Para ele, a maior figura da comunicação católica na atualidade é o Papa Francisco. “Ele não faz comunicação, ele é a comunicação. É tão verdadeiro o que ele fala, o que ele vive, e o pouco que ele fala tem uma dimensão imensa”, enfatiza, destacando a nova postura da Igreja a partir do Pontificado de Francisco, mais aberta, “mais viva, acolhedora, não mais uma igreja que cobrava muito, de proibição. […] e o Papa veio trazer essa Igreja que acolhe, que abraça, que quer que cada ser humano tenha vida em abundância e seja feliz”.
Um dos desafios para a Igreja é acompanhar a evolução nas comunicações, desde o rádio até as mídias digitais. Faxina reconhece que os avanços da tecnologia ocorrem de maneira muito rápida e que, por vezes, a Igreja não consegue acompanha-los da maneira que deveria. Porém, avalia que o maior desafio é a maneira de tratar os assuntos cotidianos, como a política, através de um viés cristão, trabalhando para que todos tenham informação e sejam livres para formarem opiniões. “Hoje em dia temos muitas mentiras sendo propagadas, então a Igreja tem que ter esse compromisso de só difundir a verdade”, frisa.
O pesquisador lembra que dentro desse compromisso, os profissionais de imprensa, devem prezar pelos princípios cristãos, mas respeitando o ecumenismo, defendendo os pontos de vista da Igreja Católica e também acolhendo demais denominações, seguindo orientação do Papa Francisco, “inclusive as não-cristãs, desde que o que elas defendam seja um trabalho de valorização da pessoa humana, como filha de Deus”, salientando o respeito pelas diferenças de crenças e pensamentos.
Para Faxina, os grandes grupos de comunicação, que, por interesses diversos, dão publicidade seletiva aos fatos, principalmente, da política nacional, assunto em voga na atualidade. “A grande mídia não tem contribuído para tranquilizar a população e valorizar o pensamento diferente. Ela tem acirrado muito essa questão de que ou você é ‘petralha’ ou você é ‘coxinha’. Isso se faz de forma a catalogar um lado como corrupto e outro como santo, quando todos nós sabemos que a corrupção está nos dois lados.”, critica.
Por Portal RBJ




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