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MINISTRO DA SAÚDE VISITOU O SUDOESTE E SE REUNIU COM PREFEITOS DA REGIÃO

21/01/17 09:01

Cumprindo agenda em Pato Branco na sexta-feira (20), o ministro da Saúde Ricardo Barros anunciou a liberação de R$ 27,7 milhões para o Sudoeste durante encontro com prefeitos e gestores municipais de saúde.

Do montante total anunciado, R$ 15,4 mi são referentes a emendas parlamentares publicadas em Diário Oficial ainda no final de 2016. Já o restante — R$ 12,3 mi/ano — são para o credenciamento de 21 novos serviços que vinham sendo realizados sem a participação do governo federal, como cobertura de leitos, atendimento de saúde bucal, Rede Cegonha, que são realizados nos municípios de Chopinzinho, Coronel Vivida, Francisco Beltrão, Mangueirinha, Marmeleiro, Palmas e Pato Branco.

No início da semana, em Curitiba, Barros anunciou a liberação de R$ 402,7 milhões para o Estado. Os recursos são de emendas parlamentares e investimentos do governo destinados ao custeio de 671 serviços/leitos ou qualificação no SUS (Sistema Único de Saúde). Também foram destinadas 23 ambulâncias para a renovação da frota do Samu 192, totalizando investimento de R$ 5 mi.

Antes de conduzir o encontro com os prefeitos na Fadep (Faculdade de Pato Branco), Barros e a comitiva da qual a vice-governadora Cida Borghetti também fez parte, visitou a recém credenciada UPA (Unidade de Pronto Atendimento) de Pato Branco, que atende os municípios de Clevelândia, Mariópolis, Vitorino, Itapejara D’Oeste e Bom Sucesso do Sul.
Barros esteve em Pato Branco

Foi na UPA que o ministro avaliou seus 200 dias à frente do ministério. O ministro falou em economia de R$ 1,9 bilhões, que passam a ser reaplicados em novos serviços de saúde.

Com relação ao serviço das unidades de pronto atendimento, o ministro, que recentemente anunciou novas exigências para o funcionamento das unidades, o que inclui a redução do número mínimo de médicos, destacou que ficará a cargo dos prefeitos decidirem quantos profissionais vão atender em cada UPA.

“Mudamos as condições de UPA para três estruturas que existiam para outras modalidades, de modo que o prefeito poderá colocar na unidade o entendimento que ele acha que é adequando para complementar os serviços de saúde que já existem”, pontuou Barros, atribuindo as novas regras à diferença de características de cada cidade.

O ministro também apontou como fator para a mudança nas regras o alto número de UPAs fechadas no Brasil – atualmente, são 340 unidades.

Dengue

Afirmando que “não há força pública capaz de eliminar todos os focos” de Dengue, Chikungunya e Microcefalia, Barros comentou que recentemente o governo lançou o programa Sexta-feira sem mosquito, que tem como objetivo a conscientização da população quanto ao cuidado dos ambientes para evitar a proliferação do mosquito vetor das doenças.

“Cada pessoa tem que fazer sua parte”, disse ele, ao pedir o apoio dos prefeitos que o acompanhavam para desenvolver ações nas salas de aula da toda a sexta-feira.

Febre amarela

Segundo levantamento do Ministério da Saúde divulgado na quinta-feira (19), foram notificados este ano 206 casos de febre amarela. Somente em Minas Gerais, foram confirmados 34 casos, sendo 23 mortes.

O ministério também aponta que do diagnóstico total existem outras 31 mortes suspeitas e 141 casos suspeitos que ainda estão sendo investigados.

Sobre os casos de febre amarela, Barros afirmou que a medida cabível é a vacinação. “As vacinas sempre estiveram disponíveis”, pontuo o ministro, que atribuiu às Vigilâncias Sanitárias de cada Estado assegurar a adequada imunização da população.

Com relação ao surto registrado em Minas Gerais, ele lamentou o que chamou de “demora de notificação” dos casos que vinham ocorrendo desde dezembro, segundo apuração do Ministério.

Segundo ele, o surto registrado resultou na distribuição de 3,5 milhões de vacinas para Minas Gerais, Sul da Bahia, Espírito Santo, Norte do Rio de Janeiro. “Todas as divisas com Minas estão com condições de fazer o bloqueio, para que o problema fique restrito e consigamos sanar a situação”.

Barros também falou que é preciso que os Estados cumpram seu papel e exerça sua liderança na vigilância sanitária.

Fonte: Diário do Sudoeste



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