Ao vivo

com

até as

a seguir:

com

até as

Notícias

REFORMA DA PREVIDÊNCIA, IDADE E TRÂNSIÇÃO, SÃO INEGOCIÁVEIS PARA O GOVERNO

08/02/17 09:02

Quatro pontos são sagrados para o governo na proposta de reforma da Previdência, que começará a ser discutida em comissão especial da Câmara dos Deputados esta semana. Integrantes do governo ouvidos pelo GLOBO afirmam que uma idade mínima de 65 anos para homens e mulheres; uma regra de transição com pagamento de pedágio de 50%, ou seja, um acréscimo de 50% sobre o tempo que falta para a aposentadoria (somente para homens com 50 anos ou mais e mulheres a partir dos 45 anos); e mudanças no cálculo de pensões e benefícios assistenciais são cruciais para que a reforma cumpra o papel de tornar a Previdência sustentável.

Isso não quer dizer que os demais pontos propostos pelo governo na reforma não sejam importantes, como a alteração no cálculo dos benefícios (que passariam a ser de 51% sobre a média das maiores contribuições), mais 1 ponto percentual a cada ano adicional de contribuição, e o aumento do tempo mínimo de recolhimento de 15 anos para 25 anos para requerer aposentadoria. No entanto, é mais fácil negociar esses aspectos com o Legislativo sem trazer perdas significativas para o projeto original.

MOBILIZAÇÃO NO PLANALTO

O presidente da Câmara, Rodrigo Maia, disse ontem que a comissão especial será criada hoje. Já na quinta-feira serão eleitos os membros indicados pelos partidos para compor a comissão. O Executivo já está mobilizando os líderes aliados para indicar parlamentares comprometidos com o ajuste fiscal. Para presidir a comissão, o escolhido é o deputado Carlos Marun (PMDB-MS).

Inicialmente cotado para assumir o cargo, o deputado Sergio Zveiter (PMDB-RJ) desistiu de ocupar a vaga, de olho na relatoria de uma comissão sobre o pacto federativo, ainda sem data para ser criada. De perfil combativo, Marun foi o principal deputado da tropa de choque de Eduardo Cunha (PMDB-RJ), ex-presidente da Câmara cassado pelo plenário no ano passado. Ele foi escolhido para o cargo pelo líder do PMDB, deputado Baleia Rossi (SP). O relator da reforma será o deputado Arthur Maia (PPS-BA).

O Palácio do Planalto já começou a se mobilizar para conseguir defender os pontos mais importantes da reforma. A ideia é tentar convencer os parlamentares de que, sem uma alteração significativa do regime de aposentadorias brasileiro, será preciso fazer uma nova reforma já em 2019. A Previdência é o principal problema das contas públicas e encerrou 2016 com um rombo de quase R$ 150 bilhões.

— Se o projeto arrefecer no Congresso, vamos chegar a 2019 precisando fazer outra reforma — disse um integrante do governo, lembrando que a proposta também é essencial para a sobrevivência da regra que fixou um teto para os gastos públicos, que começou a vigorar este ano.

Fonte: O GLOBO/Brasília
Foto: O GLOBO



› Voltar

› Veja todas as noticias

PARCEIROS

PREVISÃO DO TEMPO

PROGRAMAÇÃO DO DIA

  • › 05:00 às 06:00 - Manhã Viva
  • › 06:00 às 06:05 - Oração da Manhã
  • › 06:05 às 07:00 - Manhã Viva
  • › 07:00 às 07:30 - Sindicato Rural
  • › 07:30 às 10:00 - Momento Novo
  • › 10:00 às 11:00 - Experiência de Deus
  • › 11:00 às 11:30 - Câmara de Vereadores
  • › 11:30 às 12:00 - Sindicato dos Trabalhadores Rurais
  • › 12:00 às 12:30 - Destaques Esportivos
  • › 12:30 às 14:00 - Viola e Canção
  • › 14:00 às 14:30 - Jesus Te Ama
  • › 14:30 às 15:30 - Universo Sertanejo
  • › 15:30 às 17:00 - Super Paradão Sertanejo
  • › 17:00 às 19:00 - Querência Gaúcha
  • › 19:00 às 21:00 - A Noite é Nossa
  • › 21:00 às 22:00 - Oração do Santo Terço
  • › Veja toda a nossa programação