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BELTRONENSE É SUSPEITA DE TER RECEBIDO R$ 101 MIL EM ESQUEMA DE DESVIO DA UFPR

16/02/17 16:02

A Polícia Federal, em ação conjunta com a Controladoria Geral da União e Tribunal de Contas da União, deflagrou na manhã de ontem, 15, a Operação Research com o objetivo de apurar a prática de desvio de recursos públicos destinados à Universidade Federal do Paraná. O objetivo é apurar o repasse irregular de recursos mediante pagamentos sistemáticos, fraudulentos e milionários de bolsas a inúmeras pessoas sem vínculos com a instituição no período entre 2013 e 2016. O nome da operação é uma referência ao objetivo central das bolsas concedidas pela unidade, destinada a estudos e pesquisas pelos contemplados.

Cerca de 180 policiais federais, seis servidores da Controladoria Geral da União e quatro dos quadros do Tribunal de Contas da União estão cumprindo 73 ordens judiciais: 29 mandados de prisão temporária, oito conduções coercitivas e 36 mandados de busca e apreensão nos estados do Paraná, Mato Grosso do Sul e Rio de Janeiro.
Conforme a investigação conjunta dos órgãos envolvidos na apuração, foram reunidos indícios concretos de fraudes em pagamentos (desvio de recursos públicos federais) realizados no período de 2013 a 2016 a título de auxílio a pesquisadores, bolsas de estudo no País e bolsas de estudos no Exterior a diversas pessoas desprovidas de regular vínculo de professor, servidor ou aluno da Universidade Federal do Paraná. Dentre os fatos até então apurados se detectou a participação de ao menos dois funcionários públicos federais nas fraudes, resultando na prisão cautelar de ambos.

Beltronense teria recebido R$ 101 mil
Em Francisco Beltrão estava previsto o cumprimento de um mandado de busca e apreensão e um mandado de prisão temporária, porém as autoridades não repassaram maiores detalhes sobre a prisão no Município. A suspeita é uma mulher que teria recebido supostamente de forma indevida R$ 101 mil. A Justiça também determinou o bloqueio de bens dos investigados. E, no caso da beltronense. A apreensão de um veículo avaliado em R$ 42 mil. Os pagamentos irregulares para a investigada do Município teriam sido originados devido ao grau de parentesco com outros beneficiários do esquema.

Beneficiários do esquema não têm Ensino Superior
De acordo com a investigação, verificou-se que estão sendo realizados pagamentos sistemáticos, mensalmente, a pessoas que não possuem qualquer vínculo com a UFPR, seja como professores, servidores ou alunos. A irregularidade vem ocorrendo desde 2013, e 16 beneficiários receberam a partir daquele ano valor total superior a R$ 8 milhões.
Em entrevista já no final da manhã, concedida na capital do Estado, o delegado da PF Felipe Hayashi falou que a maioria dos beneficiários não tem nível superior. "São autônomos, profissionais como cabeleireiros, motoristas, artesão." Durante a entrevista, os policiais revelaram que algumas pessoas recebiam em média R$ 5 mil por mês, com recursos possivelmente desviados. Segundo o TCU, um motorista de furgão recebeu entre 2013 e 2016 R$ 15,3 mil; um cozinheiro acumulou no mesmo período R$ 318 mil; enquanto um assistente de administração de empresa aposentado por invalidez levou R$ 739 mil.
Quanto aos presos encontrados no Estado do Paraná, todos serão levados à Superintendência da Polícia Federal em Curitiba, assim como será feito com os presos no Mato Grosso do Sul e Rio de Janeiro que seguirão para as respectivas superintendências da Polícia Federal.

UFPR divulga nota

Ontem à tarde, a Universidade Federal do Paraná divulgou uma nota para se posicionar sobre a operação da PF. A instituição disse que as suspeitas de irregularidades no pagamento de bolsas e auxílios são objeto de investigações internas na UFPR desde dezembro de 2016, quando a própria universidade também tomou a iniciativa de encaminhar o caso à Polícia Federal, para investigação criminal.
"Assim que tomou conhecimento da suspeita de desvios de verba pública, em dezembro de 2016, a administração anterior da Reitoria determinou a abertura de sindicância para apurar responsabilidades. O procedimento é conduzido por uma comissão formada por dois professores e uma servidora técnico-administrativa e, por força de lei, corre em sigilo. O prazo para conclusão do trabalho é de 60 dias, prorrogáveis por mais 60. A previsão de término dos trabalhos é meados de abril de 2017", diz trecho da nota.
Segundo informado, duas servidoras suspeitas de envolvimento no caso foram suspensas do exercício de suas atividades funcionais. Além disso, foi criado o Comitê de Governança de Bolsas e Auxílios, visando aperfeiçoar os mecanismos de controle sobre esse tipo de pagamento. "A Universidade Federal do Paraná tomou todas as providências cabíveis para esclarecer os fatos e responsabilizar os eventuais envolvidos. Com o resultado da investigação, a UFPR solicitará a restituição dos valores ao erário."

Fonte:Jornal de Beltrão
Foto: Agência PF



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