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SEMINARISTAS RECEBEM OS MINISTÉRIOS DE LEITOR E ACÓLITO

08/03/17 09:03

No encontro dos seminaristas Diocesanos, de 3 a 5 de março, em Celebração Eucarística presidida por Dom Edgar e concelebrada pelos padres formadores. Nesta celebração, receberam o Ministério de Leitor os seminaristas estudantes do terceiro ano de Teologia: Antonio Eduardo Pereira Pontes Oliveira, Claudecir Grevenhagem e Diego Fernando Dias e os Ministérios de Leitor e Acólito os seminaristas estudantes do quarto e último ano de Teologia: Rudinei José Willers e Ulisses de Oliveira Silva.

À tarde, os seminaristas formaram grupos de partilha vocacional e de estudo de uma mensagem do papa Francisco aos seminaristas franceses. Ademais, tiveram um momento de trabalho e de esporte. À noite, o Pe. César Poggere, reitor do Seminário Jesus de Nazaré de São João e responsável pelos seminaristas de Teologia do Seminário Nossa Senhora de Guadalupe de Cascavel, conduziu uma reflexão pautada no tema da Diocesaneidade, ou seja, a necessidade de se criar uma identidade diocesana entre os seminaristas, futuros presbíteros, que esteja de acordo com a realidade diocesana do Sudoeste do Paraná, no qual está presente a Igreja de Jesus Cristo. Este será o tom de trabalho para o ano de 2017 e para os anos vindouros, no qual serão concentrados todos os esforços dos formadores e dos seminaristas. Em seguida, o seminarista Rudinei José Willers, apresentou o projeto da criação do Conselho Missionário dos Seminaristas, convocando à organização e formação, a fim de estabelecer um espírito missionário na formação presbiteral diocesana. Ao final, ficou definido que Rudinei José Willers seria o responsável por este conselho e daria seguimento aos trabalhos, com o apoio da Coordenação Diocesana da Ação Evangelizadora.

Testemunhos dos seminaristas

“A recepção destes ministérios de leitor e acólito foram um momento singelo na caminhada, onde pude perceber a importância de cada passo dado e acima de tudo o serviço que se deve desempenhar, como salientou Dom Edgar. Foi uma ocasião de alegria junto aos meus irmãos seminaristas que almejamos servir a Cristo futuramente no sacerdócio. Deste modo, acredito que estes pequenos passos são carregados de belos significados para o caminho de segmento de Cristo” (Rudinei José Willers, 4º ano de teologia)5

“Ser admitido ao ministério de leitor é um passo significativo na caminhada vocacional. São anos de formação e de preparação para o sacerdócio e, por meio deste ministério, posso melhor servir à comunidade eclesial através da aproximação ainda mais íntima da Palavra de Deus e na sua proclamação. Este é um momento de maior motivação pessoal para o seguimento fiel e sincero a Jesus Cristo, amando-o e servindo-o na Igreja. A responsabilidade agora, mais do que nunca, é fazer ressoar a Palavra de Deus em minha vida, conhecê-la com maior profundidade, converter-me diariamente à sua luz, ser sua testemunha e discípulo atento à Palavra do próprio Deus” (Diego Fernando Dias, 3º ano de teologia)

“Foi com essas palavras que Dom Edgar iniciou a homilia do último sábado (04/03): ‘A Igreja instituiu, já em tempos antiquíssimos, alguns ministérios, com o fim de render a Deus o devido culto e de prestar serviços ao povo de Deus, segundo as suas necessidades’. Nesta pequena, mas significativa frase acima citada, podemos notar a responsabilidade, dos ministérios recebidos. Render culto a Deus, colaborando para o Anúncio do Evangelho. Responsabilidade que traduzo como serviço, a Deus e aos irmãos, despertando o desejo de ser ainda7 mais discípulo de Cristo. Com alegria cristã, que recebi os ministérios de leitor e acólito. Rezo para que também, outros sintam o chamado de Cristo, para o serviço com alegria ao Reino de Deus. Rezemos com fé, continuamente pelas vocações sacerdotais” (Ulisses de Oliveira Silva, 4º ano de teologia).

“Mais um pequeno passo, muitos ainda terão que ser percorridos. Primeiramente, uma palavra de gratidão: a Deus pelo chamado, à família pelo cuidado dispensado e à Diocese pela acolhida. Depois, um pedido: rezem pelas vocações e pela perseverança dos vocacionados da Diocese de Palmas-Francisco Beltrão. Agora, mais unido ainda à Palavra de Deus e ao seu anúncio, sigo meu caminho, no serviço ao povo de Deus, à Igreja, a Deus” (Antonio Eduardo P. P. Oliveira, 3º ano de teologia).

4“Nos primeiros meses, ao entrar no Seminário São João Maria Vianney, há nove anos, me deparei com uma celebração onde alguns seminaristas recebiam o ministério do leitorado e acolitado. Não sabia direito o que era aquilo, porém, encheu-me de motivações. Após alguns anos de seminário fui descobrindo e entendendo tal significado. Nesse ano recebi o ministério do leitorado, o recebo cheio de alegria e de motivações, ele representa para mim mais um passo dado, vejo-o como um serviço que deve ser exercido com responsabilidade e dedicação” (Claudecir Grevenhagem, 3º ano de teologia).

Dom Edgar refletiu neste momento alguns pensamentos da Igreja sobre a Instituição dos ministérios de Acólitos e Leitores

“O Concílio Vaticano II, na Constituição Sacrosanctum Concilium, sobre a Sagrada Liturgia, além de retomar a visão ministerial da Igreja – “cada um faça apenas aquilo que lhe compete” (SC 28), abriu possibilidade para a revisão destes ministérios. Aberto a possibilidade desta revisão, com uma feliz inspiração, Paulo VI, na Carta Apostólica de 15 de agosto de 1972, Ministeria quaedam muda o nome das funções de leitor e acólito de ordem para ministério e as celebrações que a elas introduzem deixaram de ser chamadas de ordenação para serem consideradas instituições, declarando seu caráter eminentemente laical.

O Leitor é instituído “para a função que lhe é própria: ler a Palavra de Deus nas assembleias litúrgicas. Por isso mesmo, na missa e nos demais atos sagrados, competem-lhe as leituras da Sagrada Escritu­ra (à exceção, porém, do Evangelho); na falta do salmista, recitará tam­bém o Salmo entre as leituras; apresentará as intenções da oração uni­versal dos fiéis, quando não houver diácono ou cantor à disposição. Cabe-lhe, ainda, dirigir o canto e orientar a participação do povo fiel, bem como instruir os fiéis para a recepção digna dos sacramentos. Poderá, além disto, na medida em que for necessário, ocupar-se da preparação de outros fiéis que sejam encarregados temporariamente da leitura da Sa­grada Escritura nos atos sagrados. Para poder desempenhar-se destas tarefas com aptidão e perfeição sempre maiores, procure o leitor meditar com assiduidade a Sagrada Escritura. Consciente do ofício recebido, pro­cure adquirir cada vez mais, por todos os meios oportunos, intenso amor e conhecimento da Sagrada Escritura, de modo a tornar-se discípulo mais perfeito do Senhor” (Ministeria quaedam V).

O Acólito “é instituído para ajudar o Diácono e para servir ao Sacerdote. É sua tarefa, portanto: cuidar do serviço do Altar; auxiliar o Diácono e o Sacerdote nos atos litúrgicos, sobretudo na celebração da santa missa; distribuir, como ministro extraordinário, a sagrada comu­nhão, nos seguintes casos: todas as vezes que faltarem ou não o puderem fazer, por motivo de doença, idade avançada ou exigências do ministério pastoral, os ministros mencionados no cân. 845 do Código de Direito Canónico; todas as vezes também que o número de fiéis que se aproxi­mam da sagrada mesa for tão elevado, que possa ocasionar demora exces­siva da missa. Pode ser encarregado ainda, em circunstâncias extraordi­nárias, de expor publicamente o Santíssimo Sacramento à adoração dos fiéis, e fazer depois a reposição; não pode dar a bênção ao povo. Na medi­da em que for necessário, poderá também cuidar da instrução de outros fiéis que f orem encarregados temporariamente de ajudar o Diácono ou o Sacerdote nos atos litúrgicos, transportando o missal, a cruz, as velas etc;… ou exercendo outras funções deste tipo. O Acólito desempenhar-se-á ainda mais dignamente destes encargos, se participar da Santíssima Eucaristia, com piedade sempre mais ardente, alimentando-se dela e pro­curando alcançar um conhecimento mais profundo deste ministério. Destinado de modo particular ao serviço do altar, procure obter todas as noções relativas ao culto divino e compreender o seu significado íntimo e espiritual, de modo que se ofereça cada dia totalmente a Deus e possa, ao mesmo tempo, ser bom exemplo para todos pela sua atitude grave e res­peitosa no templo sagrado. Por fim, com amor sincero, demonstre seu interesse pelo Corpo místico de Cristo ou povo de Deus, especialmente pelos fracos e os doentes” (Id. Ibid. VI). A Instrução Geral do Missal Romano determina que “O acólito é instituído para servir ao altar e auxiliar o sacerdote e o diácono. Compete-lhe principalmente preparar o altar e os vasos sagrados, bem como distribuir aos fiéis a Eucaristia, da qual é mi­nistro extraordinário” (65).


Por: Luiz Carlos
Fonte: Diocese Palmas/Francisco Beltrão
FotosLuiz Carlos

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